Segunda-feira, Outubro 29, 2007

Meravigliosa Creatura



MERAVIGLIOSA CREATURA

Molti mari e fiumi
attraverserò,
dentro la tua terra
mi ritroverai.
Turbini e tempeste
io cavalcherò ,
volerò tra i fulmini
per averti.
Meravigliosa creatura,
sei sola al mondo,
meravigliosa paura
di averti accanto,
occhi di sole
bruciano in mezzo al cuore
amo la vita meravigliosa.
Luce dei miei occhi,
brilla su di me,
voglio mille lune
per accarezzarti.
Pendo dai tuoi sogni,
veglio su di te.
Non svegliarti, non svegliarti ancora.

Meravigliosa creatura,
sei sola al mondo,
meravigliosa paura
di averti accanto.
Occhi di sole,
mi tremano le parole,
amo la vita meravigliosa.

Meravigliosa creatura,
un bacio lento,
meravigliosa paura
di averti accanto.
All’improvviso
tu scendi nel paradiso.
muoio d'amore meraviglioso


Artist: Gianna Nannini



Sábado, Outubro 27, 2007

Força Herói!!!


Herói

A infecção respiratória é tão somente mais um obstáculo que TU vais vencer como tens vencido de forma extraordinária todos os outros... Este internamento é uma batalha a ganhar!
Mantém essa forma de ser e estar tão contagiantemente suave para todos e confia em mim, eu digo-te sempre a verdade.

És especial.

Sabes que estou sempre contigo e por isso nada de mal te acontecerá.

Adoro-te.



AMMedeiros



Terça-feira, Outubro 23, 2007

Da Suprema Beleza do meu Herói Careca






Perdoem-me os visitantes e leitores mais resistentes pela minha insistência no tema, por este meu estar de mãe tão incapaz de se descentrar da convivência diária com a Leucemia do meu Herói, perdoem-me por esta forma tão obsessiva de sentir e de insistir em partilhar...
Não peço autorização, só um olhar diferente para todo(a)s o(a)s carecas que o não são por uma questão estética...

A perda do cabelo reveste-se de um momento traumático na auto-imagem, sobretudo na feminina... Afinal, é uma espécie de moldura do rosto, que nos dá maior expressão e é, sem dúvida, um dos mais belos pormenores da feminilidade. Todavia, posso afirmar que num adolescente do sexo masculino, pese embora todas as modas actuais, o cabelo pode ser de extrema importância numa fase de ciclo da vida onde a procura de um estilo, a afirmação da diferença, a procura da identidade que se demarca pela exteriorização, detém uma enorme centralidade em toda a problemática das transformações físicas que qualquer adolescente sofre no seu processo normal de crescimento...

Pela segunda vez, o meu Herói perde o cabelo. Não era bem cabelo, era aquele cabelo que só tivemos aquando bebés. Todavia, para o meu Herói esse cabelo era o seu cabelo...
Ante a queda abrupta, que não resiste ao mais leve afago... ante o choque das falhas... ante aquele quadro do muito que fica na almofada alva do hospital... alva como o seu rosto, como a sua pele.

Diz-me tão somente: "Estou farto..." num tom que não chega a ser revolta, numa voz que não é sem força, é o desgaste, é um profundo grito contido...
Diz-me, porque foi na privacidade do seu quarto, de cabecinha baixa, numa humildade solene, entregue à minha falta de jeito, mas quiçá sentindo-se protegido e seguro num manto materno que não expõe a expressão que não quer ver em rostos estranhos. Senti que cometia uma crueldade com ambos, mas sussurra-nos secretamente o bom senso: "assim não passo pela falta de higiene de os ver cair na comida..."; "assim não é tão constrangedor olhar para a almofada, a roupa, os bonés..."; "assim não me vejo numa espécie de degradação quando tomo banho, passo a mão pela cabeça e esta trás ante os meus olhos aquela quantidade tão deprimente..."

Deixem-me dizer-vos neste texto, cujo tema se repete na crueza dos dias, que ele é um Herói careca muito bonito!...
Quem ousa ter aquela cabecinha?...
Quem se atreve a ser um careca com tanta beleza interior?...

AMMedeiros






Domingo, Outubro 21, 2007

Informação, Sensibilização, Solidariedade e Apoio.



Devias estar aqui rente aos meus lábios
para dividir contigo esta amargura
dos meus dias partidos um a um

- Eu vi a terra limpa no teu rosto,
Só no teu rosto e nunca em mais nenhum


Eugénio de Andrade





"A LEUCEMIA é uma doença oncológica do sangue que pode ser classificada como aguda ou crónica, podendo cada uma destas ser ainda subdividida em mielóide e linfóide.

A sua causa não é ainda conhecida e acredita-se que possa existir mais do que um factor causal.

Através de um processo ainda não completamente estudado, uma das células da medula que dá origem ao sangue sofre uma alteração e começa a multiplicar-se de forma descontrolada.

Como consequência dessa multiplicação dá-se a acumulação de células anormais que constituem a LEUCEMIA e que vão ocupar inicialmente a medula óssea e mais tarde o sangue. No caso das leucemias agudas as células malignas são designadas de blastos: mieloblastos se a leucemia é mielóide (LMA) e linfoblastos se é linfóide (LLA).

Quais são os sintomas da Leucemia?
Os sintomas da leucemia resultam da diminuição dos elementos normais do sangue. Assim, à medida que as células leucémicas se multiplicam começam por ocupar em primeiro lugar a medula óssea, posteriormente o sangue e, por vezes, outros orgãos (gânglios, baço, fígado, etc.). Como a multiplicação das células leucémicas é superior à das células normais, rapidamente conquistam o espaço utilizado por estas últimas, levando à diminuição do seu número. A diminuição dos leucócitos normais tem como consequência um aumento do risco de infecções (abcessos, pneumonias, etc); a diminuição dos eritrócitos origina anemia (o doente fica cansado e pálido); a diminuição do número de plaquetas pode levar ao aparecimento de hemorragias. No entanto, nenhum destes sinais é específico das leucemias, podendo estar associados também a doenças benignas.

Como se faz o diagnóstico da Leucemia?
Perante a suspeita de leucemia deverão ser realizadas algumas análises ao sangue. O hemograma é uma dessas análises e permite detectar pequenas alterações que podem ser sugestivas de leucemia. Na presença de fortes suspeitas clínicas ou de alterações no hemograma, será necessário proceder a outros exames para confirmar ou excluir o diagnóstico de leucemia. Um dos exames mais útil para esse fim é o mielograma.

O que é um mielograma?
O mielograma consiste na colheita, através de aspiração por agulha, de uma amostra de medula óssea. É um exame muito simples e embora um pouco desconfortável, não chega a ser doloroso. Após uma pequena anestesia da pele e do osso, introduz-se a agulha de mielograma num dos ossos do peito ou da bacia. Faz-se depois avançar a agulha até atingir a medula óssea, que é então colhida para exame. Com a amostra de medula óssea serão feitos vários estudos para permitir o diagnóstico e a classificação da leucemia, bem como outros parâmetros que ajudarão na escolha do tratamento.

A Leucemia é contagiosa ou hereditária?
Não, a leucemia não é contagiosa nem hereditária. O isolamento a que muitas vezes os doentes com leucemia são submetidos é para os proteger de infecções, uma vez que, por causa da leucemia, perderam as células de defesa.

A Leucemia tem cura?
Sim, presentemente a leucemia é uma doença com alto potencial de cura com tratamentos de quimioterapia intensiva e por vezes transplante de medula óssea. No entanto, mesmo dentro do mesmo tipo de leucemia, a gravidade da doença varia de doente para doente, dependendo das características particulares de cada leucemia e do próprio doente. A gravidade da doença e o tipo de tratamento serão pois determinados caso a caso."

Fonte: Enfrentando a Leucemia, Serviço de Onco-hematologia, IPO FG CROP




Quinta-feira, Outubro 18, 2007

"Quem Me Leva Os Meus Fantasmas"...







Aquele era o tempo em que as mãos se fechavam
E nas noites brilhantes as palavras voavam
E eu via que o céu me nascia dos dedos
E a Ursa Maior eram ferros acesos
Marinheiros perdidos em portos distantes
Em bares escondidos em sonhos gigantes
E a cidade vazia da cor do asfalto
E alguém me pedia que cantasse mais alto

Quem me leva os meus fantasmas
Quem me salva desta espada
Quem me diz onde é a estrada

Aquele era o tempo em que as sombras se abriam
Em que homens negavam o que outros erguiam
Eu bebia da vida em goles pequenos
Tropeçava no riso abraçava venenos
De costas voltadas não se vê o futuro
Nem o rumo da bala nem a falha no muro
E alguém me gritava com voz de profeta
Que o caminho se faz entre o alvo e a seta

(refrão)

De que serve ter o mapa se o fim está traçado
De que serve a terra à vista se o barco está parado
De que serve ter a chave se a porta está aberta
De que servem as palavras se a casa está deserta

(refrão)




Pedro Abrunhosa - "Quem Me Leva Os Meus Fantasmas"



Domingo, Outubro 14, 2007

(In)Defesa...


Herói,


Trazes contigo um cansaço de amarras, de um espaço que oprime, de um som alienante, de um apêndice que não pediste, de um tempo que demora na ambiguidade, de um falso sono que não trás sonhos... Queres acordar deste excesso de adaptabilidade, queres as horas da vida que violentamente te roubam... tantas vezes em esperas inúteis, sem sentido...

Eu... eu só quero dar-te o que te dei desde o início... como se houvesse em mim uma absurda culpa desta fragilidade de defesas, como se de mim, ao te gerar estivesse este estigma nesse erro que se deu...

Porque não te posso dar eu uma imunidade eficaz?
Defendo-te. Defendo-te. Defendo-te. E não sou capaz de te defender do que está dentro de ti. E repetidas vezes, nem do que está fora de ti...
Fragilidade.
Estás comigo tão ausente... nesse absurdo sono... que me assusta.
O teu cansaço faz-se em mim maior de te sentir assim.
Queria que olhássemos para o que já se venceu, sem receio do presente, sem cansaço.
Queria oferecer-te tanto...

Queria libertar-te.
Levar-te comigo para longe desse inimigo.


AMMedeiros





Sábado, Outubro 13, 2007

Metacomunicar... Metagostar...






(...)

- "Tudo o que te dou... Tu me dás a mim...
porque...
gosto de gostar de ti...
e isso dá-me imenso prazer."


(...)
- "Então ambos sabemos...
o que cada um sabe de nós
e o que o "nós" sabe de cada um"


Há diálogos muito interessantes... indubitavelmente!...

AMMedeiros




Quarta-feira, Outubro 10, 2007

Felinamente...



O Gato



Com um lindo salto
Lesto e seguro
O gato passa
Do chão ao muro
Logo mudando
De opinião
Passa de novo
Do muro ao chão
E pega corre
Bem de mansinho
Atrás de um pobre
De um passarinho
Súbito, pára
Como assombrado
Depois dispara
Pula de lado
E quando tudo
Se lhe fatiga
Toma o seu banho
Passando a língua
Pela barriga.



Vinícios de Moraes


Terça-feira, Outubro 09, 2007

...



Need to go faraway...




Sábado, Outubro 06, 2007

Bom fim-de-semana...




Arrisco a repetir-me... mas a simplicidade de alguns gestos, de breves momentos, de pequenos "nadas" que são tudo, gestos que se revestem de significados que são de uma grandeza infinita... é, talvez, nas pequenas coisas que encontramos o que confere sentido às que consideramos grandes.
Quando estamos abertos à simplicidade destes pequenos presentes, não sentimos que precisamos de mais... esses "mais" efémeros, que por vezes, não preenchem porque não encerram em si estes "tantos" em tão pouco, que são tudo.
Façam-se "birras" por coisas simples que significam tanto, que só uma "tareia" de beijos possa aplacar!...

Bom fim-de-semana!
Um beijo

AMMedeiros




Um Coração Poderoso

"Só acontece aquilo que não posso enfrentar".

"Sem ódio, nem medo".
Dignidade.



Fevereiro de 2002. Carachi, Paquistão. Meses depois do 11 de Setembro, Mariane Pearl toma conhecimento que o seu marido, Daniel Pearl, foi assassinado por um grupo fundamentalista islâmico. A história passou a livro, o livro passou a filme. Um filme que comporta o melhor trabalho de Angelina Jolie e um equílibrio notável que o torna realista, não heróico, despretensioso e digno, muito digno...

O contexto: EUA ainda sob o rescaldo dos atentados ao World Trade Center. A atenção da opinião pública e dos media completamente voltada para as movimentações a oriente. Daniel Pearl era um dos muitos jornalistas designados para o tema e representava o Wall Street Journal, relatando os retratos do Paquistão.

Procurava representantes dos governos, conhecidos terroristas ou aliados da Al-Qaida, investigava sobre as alegadas relações entre as duas partes e explorava as crenças de todas. Conhecia as pessoas, comuns, independentes de outras guerras, e contava as suas histórias. No terreno, sob uma perspectiva diferente, movido por valores muito próprios. Ironicamente, seria esse o argumento para morrer decapitado às mãos dos seus algozes... Daniel era Judeu...

Um dia, saiu de casa para se encontrar com um líder de uma célula fundamentalista (um encontro que qualquer jornalista naquele terreno sonha em ter) e nunca mais voltou. De jornalista passou a instrumento para as intenções ideológicas dos raptores.

Em casa, Mariane Pearl, a mulher grávida de cinco meses, assistia ao desenrolar das investigações com uma racionalidade fora do comum. Poucas lágrimas, poucos momentos de desespero e uma frieza que parecia apenas espelhar a vontade de não se render às intenções dos homens que lhe levaram o marido. Chegou a admitir numa das entrevistas que concedeu para a televisão que era por isso que não vacilava. Não o fazia e muito menos no ar...

A história de A mighty heart é, indiscutivelmente, interessante, premente e justifica por si só a passagem a filme. Não há quem não se identifique com o medo, nem quem não se apegue a uma narrativa que atravessa o dia-a-dia da política e das sociedades ocidentais. Vê-mo-los de cá, eles vêem-nos de lá. Todos funcionamos segundo os nosso próprios padrões.

No que à narrativa diz respeito, é notória a condução por uma jornalista. São avaliados todos os lados da história, sem juízos de valor (dentro que parece aceitável, claro). Não há santos nem demónios. Há relatos. Há rigor. Verídicos retratos. É o espectador quem, em última instância, dita o que quer interpretar.

A actriz apresenta-se mais consistente do que nunca num difícil papel que, ainda por cima, se inspira numa figura viva: Mariane Pearl. É certo que a transformação física e a real gravidez da actriz ajudaram à entrada na personagem mas Angelina consegue dar-lhe a dimensão racional e o lado mais frágil com o realismo palpável que se pedia. Sem «ódio nem medo», tal como Mariane quis demonstrar.

Recomendo vivamente.


Críticas de Imprensa

A generosidade e força serena de Mariane Pearl transformam o seu livro de uma simples narrativa feita por uma viúva em algo de maior: não apenas um triunfo pessoal sobre uma enorme tragédia pessoal mas também uma lição sobre como não desistir da tentativa de entender.
The New York Review of Books

“Mariane Pearl partilhava a filosofia do marido de unir culturas através de palavras e histórias… Teve a sorte de o conhecer intimamente. Agora também nós.”
San Francisco Chronicle

“Mariane Pearl é uma mulher que transformou o horror da sua perda num compromisso para honrar os dois princípios segundo os quais Danny Pearl viveu a sua vida – ética e verdade… O espírito de Mariane é invencível.”
O, The Oprah Magazine

Um livro sensato, humano e emocionalmente honesto … Com palavras sensatas mas não gastas, a voz invulgarmente franca de Mariane conta a história.”
The Washington Post

Excerto da obra

Prólogo

(…) Escrevo este livro para demonstrar que tinhas razão: a tarefa de mudar um mundo cheio de ódio compete a cada um de nós.

Escrevo este livro porque, ao roubarem a tua vida, os terroristas também me tentaram matar a mim e ao teu filho, Adam. Tentaram matar todos aqueles que se identificavam contigo. (…)




Sexta-feira, Outubro 05, 2007

Os Convencidos da Vida, Reflexão Sobre



Todos os dias os encontro. Evito-os. Às vezes sou obrigado a escutá-los, a dialogar com eles. Já não me confrangem. Contam-me vitórias. Querem vencer, querem, convencidos, convencer. Vençam lá, à vontade. Sobretudo, vençam sem me chatear.
Mas também os aturo por escrito. No livro, no jornal. Romancistas, poetas, ensaístas, críticos (de cinema, meu Deus, de cinema!). Será que voltaram os polígrafos? Voltaram, pois, e em força.
Convencidos da vida há-os, afinal, por toda a parte, em todos (e por todos) os meios. Eles estão convictos da sua excelência, da excelência das suas obras e manobras (as obras justificam as manobras), de que podem ser, se ainda não são, os melhores, os mais em vista.
Praticam, uns com os outros, nada de genuinamente indecente: apenas um espelhismo lisonjeador. Além de espectadores, o convencido precisa de irmãos-em-convencimento. Isolado, através de quem poderia continuar a convencer-se, a propagar-se?
(...) No corre-que-corre, o convencido da vida não é um vaidoso à toa. Ele é o vaidoso que quer extrair da sua vaidade, que nunca é gratuita, todo o rendimento possível. Nos negócios, na política, no jornalismo, nas letras, nas artes. É tão capaz de aceitar uma condecoração como de rejeitá-la. Depende do que, na circunstância, ele julgar que lhe será mais útil.
Para quem o sabe observar, para quem tem a pachorra de lhe seguir a trajectória, o convencido da vida farta-se de cometer «gaffes». Não importa: o caminho é em frente e para cima. A pior das «gaffes», além daquelas, apenas formais, que decorrem da sua ignorância de certos sinais ou etiquetas de casta, de classe, e que o inculcam como um arrivista, um «parvenu», a pior das «gaffes» é o convencido da vida julgar-se mais hábil manobrador do que qualquer outro.
Daí que não seja tão raro como isso ver um convencido da vida fazer plof e descer, liquidado, para as profundas. Se tiver raça, pôr-se-á, imediatamente, a «refaire surface». Cá chegado, ei-lo a retomar, metamorfoseado ou não, o seu propósito de se convencer da vida - da sua, claro - para de novo ser, com toda a plenitude, o convencido da vida que, afinal... sempre foi.

Alexandre O'Neill, in 'Uma Coisa em Forma de Assim'







Quarta-feira, Outubro 03, 2007

Da Intimidade




Sentir-se íntimo é função na construção e partilha da intimidade.


AMMedeiros







Segunda-feira, Outubro 01, 2007

Erros de Casting Publicitários...



Jumento:

Não resisti Jumento, estes teus Erros de Casting Publicitários estão deliciosos!... Palavras para quê?... Resolvi partilhá-los por aqui, se me permites, para que possamos estar todos mais atentos a estes erros... e à publicidade enganosa que prolifera ante os nossos olhos. Obrigada.
Hajam bons motivos para o humor!...

AMMedeiros